Design, Desenvolvimento, AI, UI e UX.

As Muitas Faces do ‘Mobile-First’

Artigo traduzido com autorização de Brad Frost.

Vemos a frase “mobile-first” em todos os lugares. Luke Wroblewski definitivamente atingiu uma veia quando cunhou este termo há alguns anos, e criou um importante grito de guerra a medida que entramos neste futuro multi-screen.

A definição mobile-first de Luke consiste em três componentes principais:

1. O crescimento do mobile é, mais do que nunca, uma grande oportunidade de atingir as pessoas;

2. As restrições do meio mobile nos força a focar no que realmente importa;

3. As capacidades do mobile criam oportunidades inovadoras.

Entretanto, às vezes alguns termos evoluem além das suas definições iniciais, tornando-se algo genérico a uma ideia ou noção geral (recentemente falei sobre isso, relacionando ao web design responsivo). Esta generalização certamente aconteceu com o “mobile first”, e como resultado vemos o termo ser utilizado de inúmeras maneiras. Aqui estão os vários prismas que tenho me deparado, em decorrência do mobile first.

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O Tio Sam quer você (para otimizar seu conteúdo para mobile)

Artigo traduzido com autorização da A List Apart Magazine e do autor.

“Os americanos merecem um governo que trabalhe para eles a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo”. - Presidente Barack Obama

É fácil se frustrar com o ritmo das mudanças no mundo mobile. Na verdade, o fato é que as empresas tardam na distribuição de produtos e serviços otimizados para esses dispositivos, delegando cada vez mais pesquisas para “provar” a necessidade de uma estratégia. Enquanto isso, a gente se vira com os recursos pinch e zoom de nossos smartphones e tablets para navegarmos em sites projetados telas maiores.

Agora podemos encontrar inspiração a nossa tomada de ação no segmento mobile a partir de uma fonte inesperada: o governo. O presidente Obama ordenou que as agências do poder executivo federal elaborassem pelo menos dois serviços essenciais e os disponibilizassem em dispositivos mobile ao longo do próximo ano.

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Seu Conteúdo, Agora Mobile

Artigo traduzido com autorização da A List Apart Magazine e do autor.

Resumo do 1° capítulo do livro “Strategy for Mobile” de Karen MacGrane, disponível na Editora A Book Apart.

Quando falamos sobre criar produtos e serviços para mobile, a conversa tende a concentrar-se nos desafios do design e desenvolvimento. Como a estética do nosso design muda quando estamos lidando com uma tela menor (ou com maior resolução)? Como podemos empregar (e ensinar) novas interações gestuais, que aproveitem as capacidades touchscreen? Como (e quem) vamos escrever o código para todas essas diferentes plataformas – e como manteremos todas elas?

Estas são grandes questões. Mas focar apenas em questões de design e desenvolvimento deixa de fora um assunto muito importante: Como vamos fazer para que nosso conteúdo seja apresentado adequadamente nos dispositivos mobile?

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Testando Websites em Browsers de Video Games

Por Anna Debenham

Artigo traduzido com autorização da A List Apart Magazine e do autor.

De acordo com os estudos de 2010 e 2011, mais de um em cada oito usuários de internet no Reino Unido, EUA e França – e aproximadamente um em cada quatro adolescentes americanos - usam video games para ficarem online [1].

Isso não é novidade. Os recursos de internet foram introduzidos nos consoles em 1997 com o Game.com, que permitia aos usuários fazer upload de seus scores, conectando-se a um modem dial-up, e até mesmo checar e-mails ou navegar por websites se tivessem um cartucho de internet.

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A Estética da Web

Por Paul Robert Lloyd

Artigo traduzido com autorização da A list Apart Magazine e do autor.

“É a essência da Web ser flexível. E deveria ser nossa obrigação como designers e desenvolvedores adotar essa flexibilidade, e produzir páginas que, por serem  flexíveis, se tornam acessíveis a todos.” John Allsopp, The Dao of Web Design

Doze anos atrás John Allsopp nos pediu para aceitar a adaptabilidade da essência da Web. Nós não ouvimos.

Apesar do movimento dos padrões da web terem levado à separação do conteúdo e apresentação – um requisito essencial para o design adaptável – isto apenas se manifestou na codificação. Divs flutuantes substituíram tabelas, mas ainda assim os layouts se mantiveram presos às convenções da impressão.

Hoje, quando todo dispositivo implora para estar conectado, tornou-se mais fácil – quase que necessária – a aceitação da flexibilidade da web. O Web Design Responsivo é considerado uma boa prática, que está em crescimento, e nossos layouts estão se tornando mais flexíveis. Mas, mais uma vez, a inovação está focada em execuções técnicas, enquanto a estética visual continua sendo ignorada.

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Otimizando o Fluxo do Design com Extensões

Por 

Artigo traduzido com autorização da Smashing Magazine.

Tenho usado o Adobe Fireworks por mais de uma década, e posso recomendá-lo a quem deseja otimizar o fluxo de design para telas. Muito tem sido dito sobre as capacidades de aplicações em design do Fireworks, mas hoje quero
focar em uma de suas outras maiores forças – sua extensibilidade.

Como plataforma, o Fireworks oferece muita liberdade aos seus usuários quando se fala na utilização de extensões. Por esse motivo, o Fireworks tem um ecossistema próspero de add-ons (extensões) que adicionam um monte de funcionalidades valiosas com novas opções.

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Além dos Wireframes: O Processo do UX Design na Vida Real

Por Marcin Treder

Artigo traduzido com autorização da Smashing Magazine.

Todos conhecemos os princípios básicos do design centrado no usuário. Reconhecemos os diferentes métodos de pesquisa, os estágios dos protótipos, bem como o processo de documentação técnica em nosso rico ambiente metodológico. A pergunta que você provavelmente faz a si mesmo com frequência é: Como tudo isso funciona na prática?

Com quê o processo do UX Design na vida real realmente se parece? Será que temos tempo para cumprir cada passo desse processo? Neste artigo, vou compartilhar algumas ideias sobre a concepção deste processo e falar de minha própria experiência e pesquisa.

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